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Travel is always a good idea

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Costa Vicentina - Dia 1, o início da aventura até Porto Covo

A Rota Vicentina é um percurso pedestre ao longo da costa sudoeste de Portugal que promove através de um turismo de natureza toda esta zona costeira. Esta rota resulta de uma seleção de caminhos rurais e costeiros, para usufruto pleno desta área litoral, que se encontra muito bem conservada, no que respeita à paisagem, aos valores naturais e ambientais, à cultura e tradições. A Rota Vicentina é formada por dois diferentes percursos, o Caminho Histórico com cerca de 230 km que percorrem as vilas rurais e aldeias ao longo da costa litoral, incluindo doze etapas e o Trilho dos Pescadores com cerca de 120 km, num ambiente somente costeiro com quatro etapas que apenas é possível fazer a pé, pois atravessa falésias e locais onde carros não chegam. 

 

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( Sinalética do Trilho dos Pescadores )

 

Quando comecei a pensar fazer a Costa Vicentina, não tinha noção da quantidade de praias e aldeias que a zona sudoeste de Portugal têm, após algumas pesquisas selecionámos quatro vilas principais para pernoitar - Sines, Vila Nova de Mil fontes, Zambujeira do Mar e Aljezur - e o restante percurso seria feito aleatoriamente consoante a nossa vontade ou pontos interessantes ao nosso redor. Também estar com um carro é uma mais valia, não depender de autocarros ou de grandes percursos pedestres para nos deslocarmos facilitou-nos a vida. Mas claro que a original rota vicentina é um percurso pedestre, nós é que por não sermos adeptos de longas caminhadas optámos por fazer praia, aproveitar das paisagens numa esplanada e conhecer vários locais no mesmo dia.

 

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Decidimos fazer a rota vicentina com sentido de norte para sul, começando em Sines, uma cidade no distrito de Setúbal já na região do Alentejo. Sines é dividido pela freguesia de Sines e a freguesia de Porto Covo, sendo que no litoral, na zona da Praia de São Torpes começa o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. E assim começou a nossa aventura chegando já ao final do dia à cidade de Sines, uma cidade pacata, muito desenvolvida a nível industrial mas com uma zona centro com muito sossego e propicia a algumas relaxantes caminhadas.

 

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( Praia Vasco da Gama )

 

Na nossa primeira noite ficámos alojados, eu e a minha melhor amiga e companheira de viagem, no Hotel Veleiro que como habitualmente faço foi reservado através do Booking, um hotel com estacionamento fácil de conseguir e gratuito, à entrada é nos facultado alguma informação sobre a cidade de Sines e sugestões de restaurantes. Nós tivemos a sorte de ficar num quarto com varanda e vista sobre a baía de Sines, diretamente para a Praia Vasco da Gama. O pequeno almoço é agradável e servido numa sala decorada em estilo náutico, bem como de resto todo o hotel têm. A localização é perfeita, perto do centro e a dois minutos a pé da praia.

 

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A cidade de Sines é a terra natal do navegador Vasco da Gama e por isso ao longo da cidade é possível ver várias zonas em sua homenagem como é de exemplo a Estátua perto do Castelo de Sines e a Praia Vasco da Gama, na qual fizemos praia. A praia está muito bem conservada, limpa e é agradável para banhos porque tem um formato de baía e quase não tem ondas. Apesar da nossa viagem pela Costa Vicentina ter sido feita no verão, achámos a cidade de Sines calma de mais, com pouco movimento à noite principalmente na marginal onde faltam cafés e esplanadas. Aproveitámos a nossa passagem para jantar no Restaurante Cais da Estação que recomendo vivamente a experiência gastronómica, pelo serviço requintado, ambiente especial e comida saborosa.

 

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( Porto de Sines )

 

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( Avenida Vasco da Gama )

 

Na mesma zona que a Praia Vasco da Gama, está a Praia de São Torpes, um extenso areal de areia fina que é procurada por surfistas e muitos turistas, com bastante estacionamento e zonas de fácil acesso, também naquela praia aproveitámos para dar um mergulho e bronzear com num dia lindo de sol. Conta a lenda que naquela praia deu à costa morto o santo e mártir da igreja católica, São Torpes, mas essa mesma lenda também associada à região do sul de França, Saint-Tropez na Riviera Francesa. Certo é que ambas deram origem ao nome das praias. Atualmente e por coexistir um complexo energético próximo da praia, a água do mar é aquecida e isso é notório mal se entra no mar. 

 

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( Praia de São Torpes )

 

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( Praia de São Torpes )

 

Após um mergulho na Praia de São Torpes, lançámos-nos à estrada e começámos a descer rumo ao sul e digo aqui que fazer o litoral alentejano é muito fácil, com ou sem GPS, embora seja quase impossível de alguém se perder, está tudo bem localizado, as estradas são antigas e algumas com muitos buracos, mas faz-se bem. Após passar então a zona de Sines há a Praia da Pelengana, a Praia de Morgavel, a Praia dos Aivados, a Praia da Vieirinha, a Praia da Oliveirinha, a Praia da Foz, a Praia dos Canudos, a Praia do Burrinho e a Praia da Samoqueira. Umas melhores que outras mas todas excelentes opções para um dia relaxado ao sol.

 

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( Praia dos Buizinhos )

 

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( Praia Pequena )

 

Ao chegar a Porto Covo, entramos no Alentejo rural, diria eu o verdadeiro Alentejo, na estrada cada vez menos casas, ambiente mais natural e ao chegar a Porto Covo uma pequena aldeia plana com casas brancas e as típicas barras, muitas dela de azul a contornar a casa. Também neste destino há muitas praias espetaculares, a Praia Grande uma das mais procuradas pelos turistas e locais, a Praia Pequena, a Praia dos Buizinhos, a Praia do Espingardeiro e a Praia do Banho são muito mais pequenas mas que tornam a experiência fora do normal e muito agradável. Nós acabámos por fazer praia na Praia do Banho acessível a pé desde o centro da aldeia e foi uma tarde muito divertida entre rochas e num areal e águas relaxantes.

 

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( Praia do Banho )

 

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Também famosa naquela zona é a Ilha do Pessegueiro, sobejamente conhecida na minha cabeça devido à música do Rui Veloso. É visível da costa do Porto Covo e ainda apresenta um velho forte do século XVII, muralhas e portas da época romana. Esta e toda a zona de Porto Covo apresentam uma beleza excecional e proporcionam umas férias pacificas e para mim de luxo a qualquer turista. Abaixo pode visitar a Praia do Queimado, a Praia da Cruz, a Praia do Malhão, a Praia do Burdo até que chegue finalmente a Vila Nova de Milfontes.

 

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( Ilha do Pessegueiro )

 

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Boa viagem !

 

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Madeira - Passagem do Ano

Confesso que nunca tive grande interesse ou expectativa na passagem de ano, sempre achei que é só mais um fim e inicio de mês, uma noite diferente pela mudança na data mas nada que a faça realmente especial, no dia seguinte somos exatamente a mesma pessoa. No dia seguinte continuará tudo igual, à exceção de uma ressaca aqui e ali para aqueles que prometeram dar tudo de forma completamente louca confundindo um pouco a noite de fim de ano com o fim do mundo. Também haverá um pouco de deceção, daqueles que planearam intensamente a noite achando que seria a noite do ano e que quase sempre passa a correr, o ano muda e nada realmente interessante aconteceu. E por este motivo e outros tantos, fui perdendo a pouca expectativa que tinha nessa data e não foi por falta de tentativas, por ser natural do litoral oeste, já passei a passagem do ano em várias praias, desde o Baleal, passando pela Nazaré e até à Figueira da Foz, eu tentei. Quando cheguei à Madeira, muita gente me perguntava onde iria passar a passagem do ano, que na ilha é que valia a pena, ali é que era. Mas fui negando a ideia, preferindo regressar ao continente e passando junto de amigos e família, até ao ano passado. No final de 2016 para 2017 decidi-me. Era o tudo por tudo, já completamente adaptado à ilha e com amigos festeiros, seria aquela noite, "a" noite?

 

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Primeiro perceber que o madeirense gosta de festa, gosta de poncha, gosta de sair, gosta de conviver, gosta de espairecer, beber um copo, várias vezes e de preferência todas as semanas. Não é depreciativo, é um facto. Ninguém espera pelo fim de semana para beber "um café" e também digamos que o café quase sempre é passado à frente e vão diretamente à poncha. Segundo, o madeirense tem um orgulho desmedido na sua ilha nas suas tradições e na sua família. Salvo algumas exceções, todas as pessoas passam a passagem do ano em família, jantar é com a família, cada um com a sua, no conforto do lar ou em hotéis, aquele momento é deles. É no mínimo bonito.

 

O fim de ano na Madeira é famoso em todo o mundo, principalmente pelo espetáculo pirotécnico no centro da ilha, iluminando de forma maravilhosa toda a cidade do Funchal. Não, não há explicação. Nem adianta achar que na televisão a mesma coisa. Não é, nem se compara. O Funchal tem a particularidade de ter um formato em forma de anfiteatro que permite a milhares de madeirenses ver "o fogo" da zona que queiram, muitos das próprias casas, de miradouros, uns melhores que outros, ou no centro da cidade, observando de baixo todo o espetáculo em redor. À marina do Funchal chegam nos dias de véspera e no próprio dia várias cruzeiros e barcos de todas as dimensões para assistir ao fogo de artifício, até isso é bonito de ver. Não é habitual ver aquele movimento, e para um privilegiado como eu que todos os dias têm a sorte de ver a baía do Funchal duma zona alta, no último dia do ano essa paisagem torna se ainda mais especial.

 

Tive a sorte de passar a minha primeira passagem de ano em casa da família de uma amiga que me acolheu como se fosse da família e não há explicação, há sim muito álcool, muita farra e muita preparação até ao momento do fogo de artifício. A chegada do ano novo é como já disse o menos importante, mas há qualquer coisa de especial no fogo de artifício que de forma circular envolve a cidade, em vários tons e sincronias, desde os topos das várias zonas do Funchal até aos barcos no mar. São dez minutos de espetáculo, intensos e inesquecíveis. É preciso reforçar que recomendo ?

 

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E a noite terminou? Não. Longe disso. Havia uma explicação para todos os madeirenses passarem o jantar e ver o fogo com as famílias. No final da noite o ponto de encontro é o mesmo para todos. Todos os caminhos vão dar à zona central do Funchal. A loucura que se sente para descer de carro no início da noite é a que se sente após a meia noite e continua durante horas, agora com outras centenas a querer descer novamente. Com vários locais para continuar os festejos, há escolhas para todos os gostos, simplesmente ao ar livre a beber com os amigos ou então em discotecas  e de preferência várias discotecas, fecha uma segue-se para outra. E foi assim que ao longo da noite e sem qualquer sinal de tédio passei uma das melhores noites na minha estadia pela Madeira. Com um cansaço enorme e já a rondar as dez horas da manhã saí eu das Vespas, discoteca em frente ao hotel CR7 na Marina do Funchal, num walk of shame um bocadinho desequilibrado e já com dezenas de turistas e locais a passar na zona. Estava dado o mote para um grande ano, só podia e foi. 

 

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Até 2018 !

 

Madeira - Viver o Natal

A Ilha da Madeira é sobejamente conhecida pelo seu clima tropical e maioritariamente quente ao longo de todo o ano e por todos os pontos turísticos que fazem dela uma pérola do oceano atlântico. Mas e porque estamos na época natalícia, a cidade vive de tradições, de uma iluminação adicional e de um brilho característicos. O mês de Dezembro é célebre por trazer de novo à ilha os emigrantes e estudantes, famílias reúnem-se novamente, amigos encontram-se e por esse motivo torna ainda mais especial esta quadra.

 

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A iluminação das ruas e estradas no Funchal é marcada pela sua inauguração no dia 1 de dezembro, a partir deste dia a cidade ganha uma nova cor, à distância a cidade ganha um brilho diferente porque ao longo de todo o anfiteatro do Funchal são colocadas linhas de luzes que quando acendem é impossível não notar a diferença. Todas as árvores no centro do Funchal estão iluminadas, há iluminação pendente no céu das ruas e até nas ribeiras que desembocam na avenida do mar há iluminações pendentes. Especialmente este ano de 2017 a iluminação nas ribeiras está especialmente bonita.

 

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Este ano para minha surpresa e porque estou cá a viver à quase quatro anos, vi nestas iluminações de natal um brilho e movimento acrescido na colocação de uma verdadeira feira. Segundo os meus amigos esta feira é o voltar à cidade de uma tradição antiga, interrompida desde 2010 aquando do 20 fevereiro na qual as cheias destruíram toda a zona baixa do Funchal. Mas com a renovada Praça do Povo e ao longo da Avenida do Mar agora é possível andar em carrinhos de choque, comprar pipocas e outras guloseimas e conviver ao redor de todas as iluminações características de uma feira popular.

 

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Caminhando até à zona do jardim municipal, próximo do Banco de Portugal no seu lado esquerdo e na chamada "placa central" estão as habituais vendas de poncha, ginja e licores, esta zona está quase sempre cheia de pessoas, desde jovens a adultos aquele é o verdadeiro centro do convívio. E até os turistas que descobrem as maravilhas da poncha tradicional não arredam pé. Vale a pena passar junto das tendas com comida e pratos tradicionais, vendas de artesanato tradicional e terminar com mais uma poncha ou duas !

 

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Junto ao jardim municipal ainda é possível encontrar um pai natal gigante que é muito requisitado para uma fotografia especial, e mesmo no centro do jardim que é muito bonito mesmo sem qualquer decoração, nesta época natalícia enche-se de luzes, pequenas árvores de natal e é colocado várias atrações para os mais pequenitos, o mais bonito é a réplica de um comboio natalícia feito em madeira que ocupa a principal zona do jardim, também existem várias casas com doces e produtos artesanais para venda. Este bem como todos os outros locais aqui comentados é um ponto obrigatório para um passeio.

 

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Voltando à zona da placa central e do lado oposto, a caminho da Sé do Funchal está colocado um lindíssimo presépio tradicional, decorado com as flores mais bonitas da ilha, com os motivos tradicionais religiosos decorados com o tradicional bordado madeirense. É no fundo uma mostra de todas as qualidades que a ilha tem a mostrar, principalmente aos turistas e a todos os locais que apreciam e se enchem de orgulho com as maravilhas da sua ilha. 

 

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Esta quadra natalícia e algum frio que se instala trás com ela muitas tradições e costumes, um dos quais o fabrico caseiro de licores, é habitual ouvir dizer que em todas as casas as pessoas se aventuram a criar o seu licor caseiro, bem docinho e sempre com muito álcool à mistura. Para acompanhar os licores, temos as broas de mel e tantos outros biscoitos tradicionais comidos nesta época em maior quantidade. A ilha da madeira já é famosa pelo seu vinho da madeira, mas à que provar o licor de castanha originário do Curral das Freiras e licor de café que continua a ser o meu favorito.

 

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Uma tradição madeirense que só conheci quando cá cheguei são as missas do parto, que consistem em nove missas na novena que antecede ao nascimento do menino jesus a 25 dezembro, portanto durante os dias 16 e 24 de dezembro na maioria das principais igrejas ao longo de toda a ilha celebrada a Eucaristia. Mas estas missas também são tradicionais pelo seu horário, todas elas entre as 5h e 6h da manhã, invocando também o esforço do parto. É nesta inusitada hora que após celebrada a missa dá-se o inicio da festa, no adro da igreja onde se vendem sandes de vinho de alhos, bebe-se o cacau tradicional e são tocadas músicas alusivas ao natal. E também há poncha e licores, a maioria trazida pelas pessoas que foram à missa e querem partilhar com a comunidade. 

 

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Durante a noite de 23 de dezembro realiza-se no centro do Funchal a famosa e tradicional Noite do Mercado, onde os madeirenses efetuam as últimas compras de Natal e se comemora o Natal com uma enorme festa. Uma grande multidão de pessoas invade as ruas do Funchal em direção ao mercado dos lavradores, epicentro desta noite, a maioria das ruas e vias de transito são cortadas, vários vendedores ambulantes, vendas de poncha são colocadas ao longo das ruas e a festa instala-se. Também como é tradição vários produtores regionais aproveitam a noite para vender os seus produtos. Regados a poncha, sandes de carne vinha de alhos e muita música, esta festa é um momento imperdível na época natalícia.

 

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A época natalícia é especial e vive-se com fervor muito grande na Madeira, a maiorias das famílias são muito apegadas a todas estas tradições e vivem com muita alegria esta quadra. É frequente ouvir dizer que fazem passeios para ir ver as iluminações de natal e acho isso tudo muito bonito. O próprio turismo em dezembro atinge valores muito bons, com quase todos os hotéis cheios ou quase cheios e numa ilha que vive do e para o turismo isso é muito bom acontecer.

 

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Feliz Natal a todos :)

Sou o Ricardo Costa

28 anos

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