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Travel is always a good idea

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Berlim - Dia 1, willkommen in Berlin !

Berlim estava na minha lista de cidades que queria muito conhecer, porque sabia estar repleta de história, monumentos e diversidade cultural. E assim foi, em Março de 2016 comecei a minha viagem pela cidade de Hamburgo e numa viagem confortável de comboio chegámos ao nosso destino. Berlim é a capital e o principal centro político, mediático, cultural e científico da Alemanha. Com uma população a rondar os 4 milhões de pessoas é a maior cidade alemã e a segunda maior da Europa. Com um passado histórico da qual não se envergonham, atualmente a cidade usufrui dessa história e em conjunto com a sua vida noturna e arquitetura atrai visitantes de todo o mundo. 

 

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Chegámos à estação de comboios de Berlim, vindos no nosso comboio que nos trazia de Hamburgo e toda a locomoção entre o comboio e o metro ficou bastante facilitada porque ao vir de outra cidade alemã já tínhamos percebido toda a dinâmica, letreiros e informações básicas sobre os transportes. Foi só sair na estação de comboios ( S-Bahn), procurar o U-bahn (U de underground) e esperar pelo respetivo metro que nos levaria à Alexanderplatz. Fomos diretamente para lá porque era o local mais próximo do nosso hotel. O percurso é rápido e fácil de se fazer. 

 

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Para a nossa estadia em Berlim escolhemos como é habitual o nosso hotel através do Booking. Após muitas pesquisas e leitura de reviews escolhemos o Leonardo Royal Hotel Berlin para quatro noites por 178,93€ a cada um, ou seja 44,73€ por noite. O hotel da rede Leonardo é de quatro estrelas e é um hotel com boas instalações, muito confortável e próximo do centro a pé. A cidade apresenta centenas de opções para estadia, optámos por uma qualidade acima do normal para garantir que o nosso descanso seria garantido com muito conforto, sem barulho ou instalações que deixariam a desejar.

 

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A East Side Gallery é a mais longa galeria de arte ao ar livre, com 1316 metros de comprimento compostos por pinturas feitas por 118 artistas de 21 países que se foram renovados em 2009 para se apresentarem iguais aos originais e serem observados por todos os visitantes. Por estar um bocado afastada da zona central de Berlim, a melhor forma é ir de metro e sair numa estação próxima. Foi o que fizemos, apanhámos o metro mas acontece que após sair do metro terá de caminhar ainda um bocado, passar uma ponte pedonal e ir em direção ao rio que atravessa a cidade. E mesmo que se sinta perdido é fácil, a maioria do tempo o percurso é feito por dezenas de turistas o que facilita, porque vamos todos na mesma direção. Ao chegar ao local é apreciar todas as pinturas que foram feitas no muro e visitar a zona envolvente.

 

Informações úteis sobre a East Side Gallery:

Preço: gratuito

Horário: aberto 24h

Estações de metro próximas: Warschauer Strasse.

 

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Bastante afastado do centro da cidade está o Memorial do Muro de Berlim (Gedenkstatte Berlin Mauer) , aberto ao público todos os dias porque é um memorial ao ar livre, inserido num jardim. Confesso que quando lá cheguei e saí da estação de metro muito próxima por ser de noite me desorientei tanto que acabámos por ir procurar o memorial para o lado oposto, quando só era preciso sair da estação do metro e atravessar a estrada. 

 

Informações úteis sobre o Memorial do Muro de Berlim:

Preço: gratuito

Horário: Aberto 24h

Estações de metro próximas: Naturkundemuseum, Bernauer Straβe;

 

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O Memorial do Muro de a Berlim é o principal memorial sobre a divisão que ocorreu na cidade, apresentando ainda uma parte do muro intacto, várias informações escritas sobre os acontecimentos históricos e imagens das pessoas que perderam a vida naquele período. Por acaso visitámos já de noite o muro, mas também não houve necessidade de voltar, o memorial tem tudo bastante iluminado e a zona é frequentada por muita gente, principalmente turistas. É um memorial que revela dor e sofrimento, pelo menos 136 morreram no muro de Berlim durante 1961 e 1989. Muitos foram alvejados mortalmente ou feridos enquanto tentavam escapar. Outros tiraram as suas próprias vidas enquanto tentavam escapar sem sucesso. Havia muitos que simplesmente desesperavam perto do muro e morriam nas extremidades. Nunca se saberá ao certo o número de pessoas que morreu até o muro cair. 

 

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Voltando ao centro da cidade, um local muito curioso é a Ilha dos museus, que sim é uma zona rodeada pelo rio spree que foi apelidada de Ilha dos Museus por albergar cinco museus dos principais museus de Berlim, lá encontrará o Museu Antigo, o Museu Novo, o Museu de Pérgamo, o Museu Bode e a Galeria Nacional Antiga. A sua localização é fácil de encontrar basta procurar pela Catedral de Berlim e a Ilha dos Museus está ao seu lado.

 

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 ( Museumisland ) 

 

História: 1918 - 1943

Após o fim da primeira guerra mundial, a República foi reformulada em 1918 e em 1920 a cidade prosperava e aumentava, de tal forma que naquela altura a cidade albergava mais pessoas do que no presente. Como consequência do regime nazi em 1933, Berlim passou a ser a cidade capital do Terceiro Reich, usando os jogos olímpicos de 1936 para fazer uma enorme propaganda ao regime. Ao longo desses anos Adolf Hitler desenvolveu em conjunto com o Inspector Albert Speer um plano extravagante e ambicioso para transformar "Germânia, a capital do mundo" modelada por ideais romanos. O regime nazi destruiu a comunidade de judeus presentes na cidade que rondava 160.000 pessoas em torno do ano 1933. E durante todos os anos do regime milhares de judeus foram transportados para campos de concentração. Os últimos deportados datam de fevereiro de 1943 para campos de concentração, tais como Auschwitz. Os Nazis tinham a sua atenção em todos os oponentes religiosos, políticos, artistas, escritores e todos os grupos minoritários. No fim da segunda guerra mundial a cidade de Berlim encontrava-se absolutamente destruída, cerca de 600 milhares de casas foram totalmente destruídas e quase um milhão de pessoas morreu desde o início da guerra. 

 

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A cidade de Berlim é enorme, com vários distritos e zonas. A zona de Mitte é o principal centro histórico da cidade, edificado nos século XII e XIII em torno do rio Spree. Através do produto trazido do mar e no rio Spree foi estabelecido um pequeno mercado, que se crê ter sido o centro da cidade. Essa zona do rio Spree pode ser visitada muito perto da Catedral de Berlim, há muitos locais para tomar uma refeição naquela zona, jardins para passear e museus a visitar. Inclusive existem passeios de barco que poderá fazer, uma vez que já vínhamos de Hamburgo e já tínhamos feito um passeio lindíssimo no lago Alster, optámos por utilizar o nosso tempo na cidade para visitar outros pontos turísticos.

 

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Para reservar um hotel...

 

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Quer continuar a sua leitura com a parte dois, parte três ou parte quatro da minha aventura em Berlim ?

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Sou o Ricardo Costa

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