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Travel is always a good idea

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Roma - O que ver em 3 dias

Visitar Roma é sempre uma viagem inesquecível porque é uma cidade cheia de pontos interessantes que ninguém quer perder, de facto é uma das cidades Europeias que mais gostei de visitar e saí de lá com uma sensação que não vi nem metade, havia tanto palácio, tanto museu que não consegui entrar por falta de tempo. Mas se nunca visitou, pense seriamente nisso e vá. Travel is always a good idea. 

 

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O que esperar ? 

 

A primeira coisa a esperar de uma viagem a Roma é ver e apreciar arte, Roma é das civilizações mais antigas do mundo, por isso vai fazer um regresso ao passado, vai ver monumentos com centenas de anos que edificaram a nossa História. Aproveite cada rua, cada praça e cada ponte, passeie muito e aproveite tudo o que a cidade tem de bom. 

 

Em Itália provavelmente terá facilidade em fazer amigos, até num simples almoço não se admire que os chefes de sala façam conversa consigo, simplesmente gostam de falar, uns mais que outros. E falam, gostam de falar e se a conversa estiver boa falam e ainda falam mais alto. Acho que é mesmo normal, está na genética italiana. Não encontrará isso noutras cidades europeias, como Londres ou Berlim. 

 

Prepare-se para provar uma das melhores gastronomias do mundo. A comida italiana é de facto bastante conhecida e caprichada. Desde pizzas, pastas a gelados e sobremesas divinais, não vai querer passar a sua viagem sem provar tudo o que conseguir e quiser. Não espere ter de ir para restaurantes requintados, a melhor cozinha italiana é ao virar da esquina, nos locais caseiros e cheios de tradição. 

 

Viajar por Roma e em qualquer zona da Itália, por ser um país membro da União Europeia a moeda utilizada é o euro. Se a moeda do seu país não é o euro terá de o trocar nos locais apropriados, existem várias casas de câmbio que encontrará pela cidade. A Itália não é um local onde seja obrigatório deixar gorjeta, portanto use o seu bom senso quanto a essa gratificação. E aproveite para comprar recordações, tais como pins magnéticos, Roma foi a cidade europeia onde encontrei até hoje pins a preços fantásticos, excelente para levar recordações para todos os seus amigos sem gastar muito dinheiro. 

 

As tomadas elétricas são a normal europeia, portanto não estranhe se vier fora da UE que as tomadas sejam de formato diferente, prepare para trazer na sua mala um transformador que altere a configuração da sua tomada original com terminal europeu. 

 

É difícil indicar quantos dias são suficientes para a sua viagem e estadia em Roma, eu considero que consegue ver o suficiente e se maiores atrações em três dias, mas se for amante de arte e História prepare mais do que três dias, para ter o tempo suficiente de visitar tudo no seu ritmo. 

 

O aeroporto mais próximo de Roma é o Aeroporto Internacional de Fiumicino, a cerca de trinta e cinco quilómetros do centro de Roma que se fazem na melhor e mais económica forma de comboio, com aproximadamente 14€ a partir de Roma Termini. Esse foi também um dos motivos para ter escolhido um hotel perto da estação ferroviária central. 

 

 

Para ler a minha aventura por Roma escrevi a parte umdoistrês ! Boas leituras :)

 

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O que ver por Roma ?

 

Monumentos:

 

Coliseu de Roma (Preços: 12 € tarifa normal, 7,50€ para cidadãos UE com idades entre 18 a 25 anos, gratuito para todos os os cidadãos com idade inferior a 18 anos. O bilhete é válido por 2 dias; Aberto: todos os dias; Horário: abertura durante todo o ano às 8h30, fecho pode variar consoante a época do ano mas tem um intervalo entre as 16h30 no inverno e 19h15 no verão), Arco de Constantino (Gratuito, aberto 24 horas), Fórum Romano e Palatino (Preço: bilhete conjunto com o Coliseu; Aberto: todos os dias; Horário: último sábado de outubro a 15 de Fevereiro das 8h30 às 16h30 e de 15 de Fevereiro ao último sábado de outubro das 8h30 às 18h30), Monumento Vittorio Emanuele II (Gratuito para o terraço, Horário: verão entre as 9h30 e as 19h30 e às sextas, sábado até às 23h30 e no inverno entre as 9h30 e as 18h30 e às sexta e sábado até as 19h30), Campidoglio (Preço do museu: 14€ tarifa normal e e 12€ para cidadãos da UE; Horário: Terça a domingo entre as 9h30 e as 19h30, fechado à segunda-feira), Basilica di Santa Maria Maggiore (Gratuito, Horário: 7h às 19h), Basilica de Santa Maria in Cosmedin (Gratuito, Horário: verão entre as 9h30m – 18h e no inverno até às 17h), Bocca della Verità (Gratuito, Horário: verão entre as 9h30m – 18h e no inverno até às 17h), Castelo de Santo Angelo (Preço: 10€ tarifa normal e 5€ para cidadãos da UE entre 18 e 25 anos; Horário: todos os dias entre as 9h e as 19h30 e a bilheteira fecha às 18h30), Panteão (Gratuito, Horário: durante a semana entre as 9h e as 19h15, ao domingo entre as 9h e as 5h45 e nos feriados entre as 9h e 12h45), Circo máximo (Gratuito, aberto 24 horas), Tempio di Ercole Vincitore (Gratuito, não é possível visitar).

 

Piazzas: 

 

Piazza Venezia (Gratuito, aberta 24 horas), Piazza di Spagna (Gratuito, aberta 24 horas), Piazza della Republica (Gratuito, aberta 24 horas), Piazza Barberini (Gratuito, aberta 24 horas), Piazza del Papolo (Gratuito, aberta 24 horas), Piazza Navona (Gratuito, aberta 24 horas).

 

Fontes:

 

Fontana di Trevi (Gratuito, aberta 24 horas), Fontana della Barcaccia (Gratuito, aberta 24 horas), Fontana del Tritone (Gratuito, aberta 24 horas).

 

Jardins:

 

Jardins da Villa Borghese (Gratuito, aberto 24 horas). 

 

 

SUGESTÃO DE ROTEIRO 1: Coliseu - Arco de Constantino - Fórum Romano - Palatino - Monte Capitolino - Tempio di Ercole - La Bocca dela Veritá

 

  

 

SUGESTÃO DE ROTEIRO 2: Jardins da Villa Borghese - Piazza Barberini - Fontana del Tritone - Piazza della Republica - Basilica de Santa Maria Maggiore

 

 

 

SUGESTÃO DE ROTEIRO 3: Castelo de Santo Ângelo - Ponte Vittorio Emanuele II - Ponte Santo Ângelo - Piazza Navona - Panteão - Fontana di Trevi - Piazza di Spagna - Fontana della Barcaccia - Piazza del Popolo 

 

 

Arrivederci Roma !

 

Roma - Dia 3 em volta das Piazzas

A cidade de Roma é inesquecível para quem a visita e pelo menos para mim foi. As ruelas, o movimento próprio da cidade, a simpatia das pessoas, o movimento turístico envolvido nos diversos ambientes e a arte que se impõe durante os últimos séculos não deixam indiferente ninguém. O metro de Roma é um modo fácil de locomoção mas que raramente usei primeiro porque achei a cidade acessível de caminhar e depois porque a beleza está ao de cima. Mas e porque o tempo sempre escasseia, caímos na tentação e comprámos uns bilhetes para os autocarros hop-on hop-off que acabaram por ser muito úteis, tem uma rotação com bastante frequência, passam pelas principais atrações e o áudio guia transmitiu-nos informações que jamais iríamos conseguir encontrar se andássemos a pé. Mas andámos na mesma muito a pé, até porque havia que queimar tanta pizza e massa italiana, divinais por sinal.

 

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É imperativo para quem visita Roma fazer um pequeno roteiro pelas piazzas, todas elas diferentes e cheias de História. A primeira que visitámos foi a Piazza de Spagna famosa pela sua escadaria com 135 degraus que sobe até à Igreja Trinità dei Monti, inaugurada em 1725 pelo Papa Bento XIII e construida com diversos terraços e floreiras ao longo da subida numa arquitetura barroca que não nos foi possível ver melhor porque estava cortada para obras, 2015 não foi de facto o melhor ano para visitar Roma, mais um fator para me fazer voltar. Ficámos pelo centro da praça a apreciar a Fontana della Barcaccia, também num estilo barroco, ideia do senhor Bernini, que estava lotada de turistas, mas que vale sempre a visita.

 

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Assim que saímos na estação Roma Termini, que é a maior estação ferroviária de Roma, fomos ao hotel e seguimos dar um passeio, já estava de noite mas encontrámos a Piazza della República, que é uma praça de formato redondo, com uma fonte com esculturas de ninfas aquáticas. Voltámos a passar lá durante o dia até porque o autocarro hop-on hop-off que tínhamos comprado tinha uma paragem lá e assim tornou-se fácil à noite regressar ao Hotel. Também nessa zona há muitos espaços para comer e comprar recordações, mas não aconselho estar muito tempo na zona da estação ferroviária porque a partir das 23h começa a ser mal frequentada. 

 

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A cidade de Roma têm a capacidade de encantar em cada esquina ou quando menos se espera. Não estava nos nossos planos mas foi um feliz encontro com a Fontana del Tritone na Piazza Barberini, a fonte é sem dúvida umas das mais bonitas que vi em Roma, talvez porque tivesse sido restaurada à pouco tempo e estava com muito bem conservada. O principal elemento desta fonte é o tritão, característico da mitologia grega, que bebe água de uma concha, com uma silhueta definida também muito típico daquela altura, representar todas as esculturas com a maior exatidão possível. O sol já desaparecia por aquela altura e por esse motivo tivemos um entardecer muito bonito junto daquela fonte.

 

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No seguimento do nosso roteiro pelas piazzas em Roma a última que visitámos foi a Piazza del Popolo que tem duas igrejas gémeas, a Santa Maria in Montesanto (1675) e a Santa Maria dos Milagres (1678), por serem simétricas. Também nesta praça existe a igreja de Santa Maria del Popolo no topo das escadarias e o obelisco Flaviano de 24 metros que está ao centro. É uma praça bastante ampla e diferente das que já tínhamos visto. O aspeto mais interessante na minha opinião é que se estivermos no centro das igrejas gémeas e imaginarmos uma estrada retilinea vemos ao fundo o monumento Vittoria Emanuele II, dá logo para perceber a grandiosidade e importância do primeiro Rei de Itália, nada feito ao acaso. Naquela praça a menos que tenha possibilidades para gastar, esqueça o cocktail ao final da tarde a ver o por do sol, a maioria das esplanadas, assim que se senta já está a pagar valores como 6€ por ter sentado o rabo... E ainda não bebeu nada! 

 

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Se tiver visitado o Panteão está muito perto da Piazza Navona, que é uma das mais célebres praças em Roma. Tem a particularidade de se parecer a um estádio e era mesmo um, durante muitos anos para desportos e outros eventos, o primeiro nome desta praça era Circo Agonístico (Agonia em grego que significa exercício, luta e combate) mas o nome foi evoluindo para Navone e depois Navona. Onde eram as bancas hoje em dia na verdade são as casas ao redor da praça e durante muitos anos no centro da praça realizava-se mercados. Nos tempos que correm além da visita ao espaço o mais bonito de se ver são as fontes, a Fontana dei Quattro Fiumi, a Fontana di Nettuno a norte e a Fontana del Moro a sul. A zona está sempre repleta de turistas a passear, mas vale a pena uma passagem por lá.

 

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Não podia terminar de escrever sobre Itália sem falar no meu roteiro gastronómico, sim gastronómico. A primeira dica é que poupe tudo o que conseguir para comer e beber bem, esqueça aquelas viagens em que poupa numas idas a restaurantes comendo em locais mais baratos para gastar noutro lado. Em Itália é quase um crime ir e não aproveitar tudo o que há para experimentar. A segunda dica é comer tudo o que conseguir, pense que vai andar muito e têm que alimentar o corpo com energia para conseguir caminhar, faz sentido não é ? Comece com a pizza de todos os tamanhos, feitios e sabores, mas a verdadeira, não caia na tentação de comer nos sítios mais baratos, vai perder a qualidade da típica e fina pizza italiana, depois siga para as massas deliciosamente preparadas com os melhores queijos, prove também os gnocchi, as bruchettas, as lasagnas feitas em forno a lenha, os tortellinis e tanta outra refeição deliciosa. Se ainda tiver fome termine com uma maravilhoso gelado artesanal ou um tiramisù.

 

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A última ceia em Itália será para mim inesquecível, por vários motivos, foi uma refeição que caprichámos um bocadinho, escolhemos um restaurante muito agradável para jantar e poder descansar da nossa viagem, viajar também cansa, e eu escolhi um maravilhoso risotto a la scampi para comer. Acontece que eu já estava a desenvolver há muitos anos uma alergia alimentar ao marisco, tinha comido uns tempos antes camarão e retirei da minha alimentação crustáceos que sabia não poder comer, mas de facto esta foi a última vez que comi camarão. Não vou mentir foi a minha última ceia de camarão e inesquecível, o prato, o gosto e a apresentação falam por si, mas semanas mais tarde já em casa voltei a repetir camarão e fiz reação alérgica e a partir daí sou intolerante a cem por cento. Nem quero pensar na confusão que seria se tivesse que ir para as urgências italianas, mas tudo acontece por um motivo, a última ceia foi perfeita.

 

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Quer ler a parte umdois da minha viagem por Roma ? Clique ali, vá. 

 

Prego !

Roma - Dia 2 na capital de Itália

Roma ultrapassou todas as minhas expectativas em relação a arte, desde a Roma Antiga com formas de arte romana muito importantes como arquitetura, pintura, escultura e mosaicos, mais tarde tornou-se o grande centro de arte do Renascimento com a construção de grandes Basílicas, palácios, praça e edifícios públicos. E depois também se tornou um grande centro de arte renascentista, embora continue a achar que Florença a consegue ultrapassar. Como se não fosse suficiente, ainda se vê o estilo barroco influencia de muitos artistas e pintores e o estilo neoclássico e rococó mais próximo do século XIX. Atualmente Roma é um importante centro artístico e até mesmo para mim que sou um rapaz da ciência fiquei absolutamente boquiaberto com muita coisa que vi, principalmente os frescos nas paredes e tetos. Geniais ! A minha dica para amantes de arte é irem, mas reservem uma semana ou duas porque vão precisar.

 

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O Castelo de Santo Ângelo é uma edificação circular que foi construida pelo Imperador Adriano e serviu durante muito tempo de fortaleza e proteção do Papa nos tempos de guerra. À sua frente está a Ponte de Santo Ângelo que atravessa o Rio Tibre. Embora não o tenhamos feito há muitos turistas a recomendar a subida ao terraço para contemplar a cidade de Roma numa visão panorâmica. Um facto curioso que é referido muita vez (até nos áudio guias dos autocarros hop-on hop-off) é que o Castelo de Santo Ângelo foi utilizado como cenário para o suicídio da protagonista no terceiro ato, caindo da varanda do Castelo,  na Ópera Tosca, este acontecimento perdurou no tempo e parece ter sido inesquecível. 

 

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Em frente ao Castelo de Santo Ângelo pode-se atravessar o rio Tibre passando a Ponte Santo Ângelo que deve ter sido a primeira ponte de Roma visto que é do ano de 134 e foi usada durante anos para se chegar à Basílica de São Pedro e até se chamava Ponte de São Pedro mas o Papa Gregório I alterou o nome da ponte para Santo Ângelo devido à lenda de um anjo ter aparecido no topo do Castelo de Santo Ângelo. Muito próximo desta ponte também se pode atravessar a Ponte Vittorio Emanuele II que embora tenha sido construída no século XIX é uma excelente homenagem a Vittorio Emanuele II porque está no percurso que existe entre o Monumento Vittorio Emanuele II e a Piazza del Popolo e até a ponte tem uma exuberância diferente de todas as outras pontes, com esculturas e decorações em bronze.

 

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O Panteão deriva de "pan" que significa todo e "théos" que significa deus, ou seja o conjunto de todos os deuses de determinada religião. Assim como já tinha visto o Panteão Nacional em Portugal que tem nele os restos mortais de várias pessoas célebres, também noutras cidades europeias isso acontece. O Panteão mais conhecido do mundo é o de Roma que diariamente é visitado por milhares de turistas e nós fomos também. A entrada é gratuita e o interior é amplo, dá para circular à vontade e caso seja como eu que adora cúpulas cuidado com os torcicolos, apesar dos altares que o Panteão tem, a cúpula é de uma beleza e simplicidade inigualável, circundado por quadrados geometricamente alinhados com algumas depressões e uma abertura redonda no centro que é a única entrada de luz. Crê-se que tenha um significado simbólico, seja numérico, geométrico ou lunar, mas que é uma construção espetacular é.

 

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Do Panteão caminhámos até encontrar a Fontana di Trevi que é a maior fonte barroca da Itália e está localizada no rione Trevi. Como seria de esperar está sempre lotada de turistas e é quase impossível conseguir uma fotografia decente sem apanhar cabeças e pessoas. Infelizmente quando estive em Roma coincidiu com os últimos dias da reforma que a fonte sofreu durante dois anos, portanto o espaço à volta da fonte estava rodeado de uma cerca devido às obras. A fonte pede realmente um regresso que farei para a ver no seu pleno. E porque estávamos tristes com esta deceção entrámos na primeira gelataria (não é difícil encontrar) e comemos um delicioso gelado artesanal que nos fez esquecer a ideia que íamos à Fontana di Trevi pedir desejos e atirar moedas. Que cliché !

 

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Como já tínhamos comprado os bilhetes do autocarro turístico e eu queria visitar o Circo Máximo, foi só esperar na paragem e seguir caminho. O Circo Máximo foi uma arena para jogos romanos e local de entretenimento da Roma Antiga. Está localizada perto da Colina do Palatino e sofreu algumas alterações ao longo da sua existência com expansões para aumentar a capacidade de espetadores, na época de Júlio César. Mas foi uma desilusão, primeiro porque as ruínas são muito poucas, o que era o Circo Máximo parece agora um descampado sem razão de ser. As medidas que tomaram para revitalizar outras atrações deixaram para trás aquele espaço e por não ter gostado, não aconselho a visitar se tiverem o tempo apertado.

 

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Muito próximo da Piazza della Bocca della Verità que falei no post anterior, encontrámos o Tempio di Ercole Vincitore ( Templo de Hércules Victor em português ) que é um templo circular com formas gregas que se podem ver nas suas colunas que circundam o Templo. Não estava planeado e nem estava à espera de encontrar monumentos como estes, mas é algo que fizemos muito em Roma, nas minhas pesquisas para esta viagem tinha comigo a informação das maiores atrações, mas o bom de viajar sem roteiros é que sempre que nos apetecia entrávamos em igrejas menos conhecidas, parques verdejantes ou praças. 

 

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Se ainda tiver forças para mais uns passeios e se for amante da natureza aconselho um passeio pelos Jardins da Villa Borghese, considerado o segundo maior parque de Roma, é formado por várias passagens que cruzam o jardim, acessível de metro e um ponto de referência para todos os locais que querem passar umas horas mais relaxantes. No centro do jardim está a Villa Borghese aberta para visitas, mas uma vez que visitámos na manhã fresca de domingo antes de ir para o Vaticano ver o Angelus, ficamos só por uma bela caminhada junto ao jardim e lago.

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Não leu o meu primeiro post sobre Roma ? Shame on you, clique aqui :)

 

Para continuar a ler a miha viagem por Roma, Dia 3

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